Talvez você reconheça a sensação: relações diferentes, mas os mesmos sentimentos de sempre — medo de ser abandonada, dificuldade de se impor, ou a sensação de que suas necessidades pesam menos que as do outro. Esses padrões têm explicação, e é possível compreendê-los e transformá-los.
Os modelos de relacionamento que aprendemos cedo na vida — como amor era demonstrado, como conflitos eram resolvidos, o que era “normal” tolerar — moldam, sem que percebamos, o que passamos a considerar familiar em uma relação. Por isso, é comum repetir dinâmicas parecidas mesmo com parceiros diferentes.
O trabalho é feito com base na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), olhando para pensamentos e comportamentos no relacionamento atual, e na Terapia do Esquema, que ajuda a entender padrões de apego mais antigos — como os esquemas de abandono/instabilidade e privação emocional — e a construir, com o tempo, relações mais seguras e equilibradas, a começar pela relação com você mesma.
As sessões acontecem por videochamada, com sigilo e ética profissional, reconhecidas pelo Conselho Federal de Psicologia, para mulheres de todo o Brasil.
Se você percebe padrões que se repetem, dificuldade de sair de relações que fazem mal, ou uma sensação constante de se perder de si mesma nas relações, esse já é motivo suficiente para buscar acompanhamento.
Sim. A terapia não decide por você, mas ajuda a organizar os próprios sentimentos e a entender com mais clareza o que está em jogo, para que a decisão — seja qual for — venha de um lugar mais consciente.
Padrões repetitivos costumam estar ligados a modelos de relacionamento aprendidos cedo na vida. A terapia ajuda a identificar esses padrões e a compreender por que certas dinâmicas parecem “familiares”, mesmo quando fazem mal.
Sinais comuns incluem abrir mão constantemente das próprias vontades, evitar conflitos a qualquer custo, sentir que suas necessidades pesam menos que as do outro, e dificuldade de se imaginar feliz fora daquela relação.
Sim, esse é um dos focos comuns de trabalho: entender o que dificulta colocar limites e desenvolver, aos poucos, formas mais seguras de fazer isso.
Sim. A dependência emocional pode ser trabalhada em terapia, geralmente compreendendo padrões de apego e crenças sobre merecimento e abandono formadas ao longo da vida.